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Economia / Investimentos / Negócios / Outros: Inflação sobe para 2,1% em Fevereiro, segundo estimativa rápida do INE

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A taxa de inflação homóloga terá aumentado para 2,1% em Fevereiro de 2026, mais 0,2 pontos percentuais do que em Janeiro, de acordo com a estimativa rápida divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O indicador de inflação subjacente — que exclui produtos alimentares não transformados e energéticos — terá registado uma variação de 1,9%, acima dos 1,8% observados no mês anterior. No que respeita às principais componentes, os preços dos produtos energéticos mantiveram uma variação negativa de -2,2%. Já os produtos alimentares não transformados aceleraram para 6,6%, face aos 5,8% registados em Janeiro. Em termos mensais, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado 0,1%, depois de uma variação de -0,7% em Janeiro. A variação média dos últimos doze meses fixou-se em 2,3%, valor idêntico ao registado no mês anterior. Por seu lado, o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), utilizado para comparações europeias, terá apresentado uma variação homóloga de 2,1%, a...

Economia / Investimentos / Negócios / Outros: Rácio do endividamento atinge 277,9% do PIB...

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Rácio do endividamento atinge mínimos O endividamento do sector não financeiro em Portugal fixou-se em 277,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, o valor mais baixo desde o início da série estatística do Banco de Portugal, iniciada no quarto trimestre de 2007. A descida do endividamento em percentagem do PIB ocorreu apesar do aumento da dívida em termos nominais. O crescimento da economia foi suficiente para diluir o peso do endividamento na riqueza gerada pelo país, permitindo uma redução de 6,2 pontos percentuais face a 2024. No total, o endividamento do sector não financeiro atingiu 851,3 mil milhões de euros. Deste montante, 480,3 mil milhões correspondem ao sector privado, que inclui empresas e famílias, enquanto 371 mil milhões dizem respeito ao sector público. Dívida pública e privada em trajectórias distintas A evolução do endividamento revela comportamentos diferentes entre sectores. O rácio da dívida pública recuou de 124,1% para 121,1% do PIB, enquanto o endividamento do...

Economia / Investimentos / Negócios / Outros: Taxa de inflação abrandou e fixou-se em 1,9% em Janeiro de 2026...

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Em Janeiro de 2026, a taxa de inflação em Portugal abrandou, com a variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) a fixar-se em 1,9%, abaixo dos 2,2% observados no mês anterior. Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o indicador subjacente registou 1,8%, reflectindo uma desaceleração generalizada, enquanto a variação mensal do IPC caiu 0,7%, comparativamente a 0,1% em Dezembro de 2025. O índice relativo aos produtos energéticos recuou 2,2% e o dos alimentos não transformados aumentou 5,8%, ambos com ligeiras reduções face ao mês anterior. Segundo o boletim divulgado pelo INE na passada Terça-feira, dia 11 de Fevereiro de 2026, “a inflação subjacente apresentou uma variação homóloga de 1,8%, inferior aos 2,1% registados em Dezembro”, evidenciando uma diminuição da pressão inflacionista nos bens e serviços mais recorrentes no consumo das famílias. Por classes de despesa, destacam-se subidas nos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas e nos serviç...

Economia / Investimentos / Negócios / Outros: Crescimento económico menor do que o desejado: como preparar as suas finanças pessoais?

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As previsões económicas para Portugal apontam para um  crescimento moderado nos próximos anos  – entre 1,9 % e 2,2 %, segundo o Conselho das Finanças Públicas. Num cenário de  maior incerteza  e  crescimento mais lento , é essencial que cada pessoa olhe para as suas finanças com atenção redobrada. Mas o que significa isso na prática? Deixamos  5 dicas simples e eficazes  para preparar as suas finanças pessoais e ganhar tranquilidade, mesmo quando a economia não acelera ao ritmo desejado. 1. Crie (ou reforce) o seu fundo de emergência Pode parecer básico, mas é o primeiro passo para uma vida financeira equilibrada. Reserve um valor mensal – mesmo que pequeno – até acumular o equivalente a   3 a 6 meses das suas despesas fixas   (renda, alimentação, transportes, etc.). Este fundo é o seu “pé de meia” para lidar com imprevistos como desemprego, aumento das taxas de juro ou despesas inesperadas. 2. Reveja os seus créditos e reduza dívidas desnec...

Economia / Investimentos / Negócios / Outros: Taxa de inflação a abrandar em Portugal - recua para 2,3% em Outubro

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Em Outubro, a taxa de inflação homóloga foi de 2,3%, menos 0,1 pontos percentuais (p.p.) que a verificada em Setembro (2,4%), confirmou esta Quarta-feira (12 de Novembro de 2025) o Instituto Nacional de Estatística (INE). Segundo o INE, "o indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação de 2,1%", tendo subido 0,1 p.p. face a Setembro (2,0%).  Já a variação do índice relativo aos produtos energéticos diminuiu para -1,2% (0,3% no mês anterior) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 6,1% (7,0% em Setembro). Em cadeia, a variação mensal do IPC foi nula (0,9% no mês precedente e 0,1% em Outubro de 2024), indica o INE, salientando que a variação média dos últimos 12 meses foi 2,4% (valor idêntico no mês anterior). "O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português apresentou uma variação homóloga de 2,0% (1,9% no mês anterior), taxa...

Economia / Investimentos / Negócios / Outros: Taxa de desemprego recua para 5,8% no 3.º trimestre de 2025

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A  taxa de desemprego em Portugal  fixou-se nos 5,8% no terceiro trimestre de 2025, uma ligeira descida face ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2024. Segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), a  população empregada atingiu 5,33 milhões de pessoas , o valor mais elevado desde que há registo, refletindo um aumento de 1,6% face ao trimestre anterior e 3,7% em termos homólogos. Já a população desempregada foi estimada em 326,6 mil pessoas, menos 0,9% do que no trimestre anterior e menos 2,4% do que há um ano. De acordo com o  boletim , o crescimento do emprego abrangeu praticamente todos os grupos populacionais, com destaque para os trabalhadores entre os  25 e os 34 anos  e para os  setores dos serviços , nomeadamente comércio, transportes e alojamento e restauração. O  trabalho híbrido  continua a marcar presença no mercado laboral: cerca de 20% dos empregados trabalharam a partir de casa no período em ...