Mensagens

A mostrar mensagens de fevereiro, 2026

Economia / Investimentos / Negócios / Outros: Rácio do endividamento atinge 277,9% do PIB...

Imagem
Rácio do endividamento atinge mínimos O endividamento do sector não financeiro em Portugal fixou-se em 277,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, o valor mais baixo desde o início da série estatística do Banco de Portugal, iniciada no quarto trimestre de 2007. A descida do endividamento em percentagem do PIB ocorreu apesar do aumento da dívida em termos nominais. O crescimento da economia foi suficiente para diluir o peso do endividamento na riqueza gerada pelo país, permitindo uma redução de 6,2 pontos percentuais face a 2024. No total, o endividamento do sector não financeiro atingiu 851,3 mil milhões de euros. Deste montante, 480,3 mil milhões correspondem ao sector privado, que inclui empresas e famílias, enquanto 371 mil milhões dizem respeito ao sector público. Dívida pública e privada em trajectórias distintas A evolução do endividamento revela comportamentos diferentes entre sectores. O rácio da dívida pública recuou de 124,1% para 121,1% do PIB, enquanto o endividamento do...

Economia / Investimentos / Negócios / Outros: Taxa de inflação abrandou e fixou-se em 1,9% em Janeiro de 2026...

Imagem
Em Janeiro de 2026, a taxa de inflação em Portugal abrandou, com a variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) a fixar-se em 1,9%, abaixo dos 2,2% observados no mês anterior. Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o indicador subjacente registou 1,8%, reflectindo uma desaceleração generalizada, enquanto a variação mensal do IPC caiu 0,7%, comparativamente a 0,1% em Dezembro de 2025. O índice relativo aos produtos energéticos recuou 2,2% e o dos alimentos não transformados aumentou 5,8%, ambos com ligeiras reduções face ao mês anterior. Segundo o boletim divulgado pelo INE na passada Terça-feira, dia 11 de Fevereiro de 2026, “a inflação subjacente apresentou uma variação homóloga de 1,8%, inferior aos 2,1% registados em Dezembro”, evidenciando uma diminuição da pressão inflacionista nos bens e serviços mais recorrentes no consumo das famílias. Por classes de despesa, destacam-se subidas nos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas e nos serviç...